O RISCO DO CONHECIMENTO: FAÇA MAIS DO MESMO!

Fala aí, pessoal! Como estão os estudos? ACELERA!!!!!

Hoje quero tratar com vocês sobre o risco do conhecimento. Não lembro onde li sobre o assunto, mas se você buscar no google não irá achar muita coisa sobre o assunto não…é realmente pouco tratado.

Algumas pessoas, depois de aprovadas num cargo relevante, fazem uma maldade: dizem que leram vários livros de capa-a-capa, clássicos, estudavam 8, 10, 12 horas por dia, etc, o que causa naqueles que, como eu, liam poucos livros de capa-a-capa, tinham 3 horas por dia de estudos, uma sensação não muito agradável. Pensava eu: nunca vou chegar lá! Mas não é bem assim… eu cheguei e você também pode chegar!

Eu tenho participado de alguns grupos de WhatsApp e tenho visto o pessoal trocando muito material, livros em .pdf, cadernos, etc. Gente! Isso não ajuda muito na preparação.

A preparação para concursos, sob meu ponto de vista, deve ser feita em 3 etapas: Conhecimento, Prática e Repetição (Método CPR – e sobre isso teremos uma postagem específica). O que quero falar para vocês hoje é o seguinte: não caiam no risco do conhecimento.

Alguns alunos que acompanho terminam de estudar um determinado assunto pela obra indicada e vem me pedir para indicar outro livro para ler aquele mesmo assunto. Ao que eu falo: releia a obra indicada! E quando concluir, leia novamente! E depois, novamente! De maneira exaustiva – é o R, do método CPR. Não há necessidade de ler várias obras, livros inteiros em todas as disciplinas (por exemplo, no concurso da DPU – se você ler um livro de cada disciplina, terá que ler 23 livros! 23!!!! Não me parece razoável!). Fazer isso é cair no risco do conhecimento.

Risco do conhecimento é uma necessidade que as pessoas têm de buscar mais conhecimento mesmo antes de consolidar aqueles incialmente adquiridos (C, do método CPR). Mal o concursando aprendeu um assunto e quer logo buscar outra fonte, outro doutrinador, sem ter consolidado o conhecimento inicialmente adquirido. Isso pode militar contra o teu desempenho em provas e concursos.

Para passar não basta saber. Quantas vezes você se deparou com a seguinte situação: “eu já li isso em algum lugar, mas não lembro direito…”. É por que não repetiu o suficiente para que o conhecimento fique “na flor da pele”, como tem que estar na hora da prova!

Então, a dica é: faça mais do mesmo! Releia o que já leu (desculpem a tautologia). Sabe aquelas marcações com lumicolor/marca-texto? É para ler somente elas. Se não for assim, pra que você destacou? Foi somente perda de tempo e para o livro/apostila/caderno ficar colorido? Seria melhor não marcar nada se vai ler o conteúdo inteiro! Releia somente o que sublinhou/destacou! E leia novamente! E repita a operação ao final.

Para aqueles que estão com a prova marcada (pessoal da DPU) – não é hora de inventar! Nada de pegar livro novo e tentar começar a ler agora! Não incorram nesse erro (“risco”). Por mais tempo de estudos que você tenha, agora não! Abre-se somente uma exceção: as disciplinas ainda não vistas (e na DPU provavelmente tem alguma(s)).

E façam isso com todos os campos do estudo: legislação, jurisprudência e doutrina (eu repetia inclusive as assertivas corretas do CESPE – eu tinha um arquivo no word intitulado “alternativas corretas CESPE” – e relia sempre que possível, pois as questões se repetem de maneira assustadora!)

É por isso que falo: faça mais do mesmo! Refaça o que vem fazendo até agora. Acredite nas tuas anotações de aula, resumos, marcações…são elas que irão te levar para o cargo desejado!

 

Grande abraço, vamos em frente e contem comigo para o que precisar.

 

Dominoni