Fala pessoal! Como estão as coisas? Tudo em paz?

Eu já falei para vocês que eu estudei para concursos por muitos anos, muitos anos mesmo. Nesse tempo todo eu ocupei, sempre através de concurso público, os empregos públicos de Telefonista de 102 e Agente Comercial, da antiga TELERJ, e os cargos públicos de Auxiliar Judiciário/Técnico Judiciário e Analista Judiciário do TJRJ, Analista Judiciário da Área Judiciária do TRERJ, Procurador Federal/AGU, e sou Defensor Federal. Além disso eu passei para Técnico Judiciário do TRERJ, em 1995, Operador de Microcomputador, Comissário de Justiça e Oficial de Justiça do TJRJ, Fiscal de Posturas de Niterói e Agente de Portaria do INCA (fazemos concurso até para coveiro se pagar melhor do que o salário que ganhamos…srsrs). Mas antes disso, a minha 1ª aprovação foi para a Escola Técnica Federal de Química, em 1987! Isso mesmo! 1987. Você não era nem nascido. E dois anos antes foi meu 1º concurso público (reprovado no acesso ao ensino médio do Escola Técnica Juscelino Kubitschek, no bairro onde nasci – Jardim América, no subúrbio do RJ). Ou seja, considerando o 1º concurso e o ano da minha aprovação no cargo que hoje ocupo (2010) passaram 25 anos. E depois disso passei a preparar candidatos para concursos. Ou seja, o tema do bate papo de hoje é um tema que fico à vontade para tratar com vocês pois fez parte do meu dia-a-dia nos últimos 20 anos! Tanto as aprovações (para que trilhemos o caminho certo), quanto as reprovações (para que evitemos os erros que cometi nessa caminhada). Seguindo esses passos vocês não vão levar tanto tempo para chegar onde querem.

Em outra oportunidade trago alguns erros que cometi e que vocês devem evitar nessa caminhada!

Chamo a tua atenção para o fato de que essa postagem de hoje é um pouco mais longa que a de costume. Então, se você não tem mais tempo agora, nesse exato momento, deixe para ler depois, ok?!

Vamos ao que interessa: certamente você já ouviu algumas pessoas afirmarem que não existe fórmula mágica para aprovação em concursos – e essa é a verdade absoluta número 1 sobre preparação para concursos: não existe fórmula mágica para passar em concursos públicos! Por outro lado, também é verdade que todas as pessoas que passam seguem alguns passos, que vamos tratar aqui. Ou seja: não existe fórmula mágica, mas existe uma “receita de bolo” – se você seguir estará pronto em “tantos” minutos (no nosso caso, alguns meses… ou anos… cada um tem seu tempo, e o nosso tempo, nem sempre, é o tempo de Deus! Temos de trabalhar duro e saber esperar na disciplina! O que hoje você não consegue compreender, amanhã Deus te mostrará que ocorreu no momento certo! Confie nEle!).

Pois bem, o 1º ingrediente que eu quero ressaltar com vocês é: não pule etapas. Não queira encontrar atalhos! Eles efetivamente não existem! O processo de aprendizagem humana deve seguir algumas etapas (a esse processo eu chamo de Método CPR: Conhecimento, Prática e Repetição. Falaremos sobre isso em outras postagens, não hoje!)

Então, se você quer passar em concursos, não adianta somente conhecer as disciplinas, saber a matéria. É preciso que você a tenha “na flor da pele” pois você terá de responder em alguns poucos minutos – seja na prova objetiva, discursiva ou oral! Tem que estar “na ponta da língua”! E isso você só consegue obter quando você cumpre as etapas necessárias.

Defina um concurso/cargo para que você deseja e estude somente para ele. Aqui estou falando em foco no cargo como o 2º ingrediente. Um dos erros mais comuns é tentar se preparar para mais de um concurso ao mesmo tempo (área federal/área estadual, concurso que vai matemática, arquivologia, informática… e outros que não caem). O tema foco tem vários aspectos e eu já tive oportunidade de falar sobre isso aqui  em marcodominoni.com.br/index.php/2017/06/14/o-poder-do-foco-nos-concursos-publicos/

Definido isso, entregue-se! Mergulhe de cabeça nesse projeto. Muitas pessoas ficam meio que com medo de apostar tudo no projeto aprovação. Talvez seja o medo da frustração da reprovação… Mas saiba que assim como a reprovação tem uma grande probabilidade de ocorrer (vejam, não é juízo de possibilidade, mas sim de probabilidade…quase certeza, entende), a aprovação é certa! É só uma questão de tempo! Você vai passar! Acredite nisso e arrisque tudo no projeto! Eu também já falei sobre isso aqui no site marcodominoni.com.br/index.php/2017/06/07/tudo-ou-nada-aplicado-aos-concursos-publicos-estude-para-passar-sim/

Feito isso, monte o seu planejamento: selecione os dias e horários em que você irá se dedicar aos estudos. Estabeleça uma rotina e cumpra os horários. Não subestime nem superestime sua carga horária destinada aos estudos. Muitas pessoas dizem que temos de ter “X” horas de estudos por dia. Depois que passam dizem que estudavam 10, 12 horas por dia de estudos. Gente! Há fases na tua preparação que, por alguns dias, você vai estudar sim mais de 8 horas por dia (antes das provas orais, por exemplo. Você não faz mais nada e fica o tempo todo estudando). Mas daí a dizer que ordinariamente estudava 10, 12 horas por dia, e que isso é necessário à aprovação é de uma covardia sem fim. Se fosse assim eu, com minhas 3 horas diárias, não teria passado em nada na minha vida! Há quem diga que passei pois no TRE não se trabalha. Eu fui lotado numa zona eleitoral com competência em execução fiscal de multa eleitoral – com muito trabalho! E quando eu era Agente Comercial da TELERJ, em que trabalhava das 8 às 17 atendendo ao público em Nova Iguaçu e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (um público difícil pois o serviço prestado também era extremamente deficiente. Então eu tinha que ficar dando desculpas, etc. foi bom que treinei meu poder de convencimento…srsrs). Enfim, monte seu planejamento dentro da tua realidade e cumpra a proposta.

Em seguida, estabeleça metas e as cumpra, custe o que custar! Essas metas devem ser reais, adequadas e de acordo com a tua carga horária. Como fazer se eu não tenho um coach? Veja quantas páginas você lê por hora e calcule! E controle se você não está dormindo sobre os livros/cadernos/códigos. Se você lê 10 páginas por hora, e hoje, quarta-feira, está lendo 9, ok? Mas se está lendo 8, o teu rendimento está 20% menor, e você tem que acelerar! Levante, toma um café, lava o rosto e volta para cumprir a tua meta – e se hoje você tiver de dormir uma hora a menos para cumprir a meta, paciência! Perdeu uma (ou algumas) horas de sono! E sabe por quê? Pois o assunto é sério! Você se propôs a estudar para alcançar os teus objetivos. Então, mesmo que não haja nenhuma consequência externa pelo fato de você não cumprir a meta proposta, você se colocou nessa condição e tem que cumprir. Porra! Passar em concurso não é brincadeira, e nem é para fracos! Tem que ter coração! Metas não acontecem naturalmente! Metas são arrancadas! Vou fazer uma comparação: meta é mandioca/aipim, não é manga! Sabe aquele pé de manga? É só esperar que a manga vai madurar e cair. Não precisa fazer nada! Já a mandioca, não: se você não meter a mão com toda a tua vontade e arrancar, desenterrar, você não vai colher mandioca não, meu irmão! Assim são as metas: mete a mão com vontade e cumpre! Meta não é manga, é mandioca! Custe o que custar!

Para esse outro ingrediente eu vou utilizar um nome da moda: resiliência! Eu já falei antes que a reprovação é quase certa! E devemos aprender com as reprovações. A preparação para concursos, quando estamos nessa caminhada sozinhos, é um processo de tentativa e erro! No começo vêm as reprovações retumbantes: poxa, não passei em nada (nas provas do CESPE, em que uma errada elimina uma certa, o cara sai devendo para o próximo concurso…rsrs). Nesse caso, retorne para o “C”, do método CPR! Tudo novamente… ainda não conhece, não aprendeu. Depois de algum tempo vem a reprovação em algumas disciplinas e a aprovação em outras. “C” para algumas disciplinas ou alguns tópicos das disciplinas, “P” para outras e “R” para as demais, de modo a manter o que está bom, e colmatar as lacunas nas que ainda não chegamos no ponto da aprovação. Mais adiante nesse processo, passamos em todas, mas ficamos na nota de corte: tem de intensificar o “R” que na próxima vai! Isso é ser resiliente! Resiliente para concursando nutella, por que um concursando raiz fala: vou corrigir os rumos e na próxima eu tô dentro. Corrija os rumos e persista, raiz! Se desistir nas primeiras frustrações, nas primeiras reprovações, não vai cumprir todas as etapas do processo! Já falei que não é para fracos! E aqui eu não estou falando em auto-ajuda barata não, gente! Quem fala que isso é auto-ajuda barata não viveu o processo e não pode falar com conhecimento de causa…me desculpe! Eu tenho mais de 20 anos vivendo isso! Vai por mim: pague o preço e passe no concurso desejado!

Mantenha-se inscrito! Muitas pessoas me perguntam se devem fazer esse ou aquele concurso. Eu sempre digo: faça! O que você não pode é tentar se preparar para mais de um cargo/estudar para mais de um concurso, mas fazer provas é fundamental! Então, mantenha-se inscrito! Mesmo naqueles momentos iniciais da preparação. Pensamento positivo/mentalidade vencedora/mindset correta: “eu estou investindo na derrota para alcançar a vitória mais na frente! ” Percebam: você vai fazer aquele concurso mesmo sabendo que você muito provavelmente vai ficar reprovado. Mas sabe que essa reprovação faz parte do processo, e não pode te deixar para baixo! É para você simular as condições reais da prova. Por mais que você treine incessantemente, treino é treino, jogo é jogo. A adrenalina é diferente, e você vai fazer tantas provas que no dia “D” o teu coração não vai alterar os batimentos, e você vai passar com tranquilidade!

Estude mais as disciplinas que você menos gosta e que sabe menos. A lei do menor esforço é um movimento natural do nosso corpo. Tendemos a estudar as matérias que mais gostamos e acabamos nos tornando bons nessas disciplinas, e ficamos deficientes naquelas que menos gostamos. O momento é de partir para o sacrifício, galera! Passa em concursos que vai bem em todas as disciplinas, aquele que é um bom generalista – não adianta saber tudo de constitucional e administrativo, e nada de civil, português ou outra disciplina do edital! Tem que ficar bom em todas (ou quase todas), e excelente naquelas em que você teve de superar uma dificuldade a mais! Nessa hora vem a aprovação!

Gente, poderíamos conversar mais sobre o tema, mas a postagem já está ficando grande demais, e vou concluir por aqui. Em breve retomamos o assunto…

 

Vamos em frente e contem comigo nessa caminhada.

PS.: se essas informações fazem sentido para você…se te ajudaram de alguma forma, compartilhe, marque aquele amigo que está na batalha com você. Vamos criar uma corrente do bem, ajudando ao máximo de pessoas!

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Dominoni.

 

Olá, queridos! Como estão os estudos? Espero que estejam aproveitando…

O bate papo de hoje fala sobre um acontecimento muito ruim que te faz mudar os rumos da tua vida. E eu vou contar a história de uma juíza louca que me fez ter a certeza de que teria de sair do TJRJ…e mais, que não poderia terminar meus dias de trabalho em qualquer lugar que fosse, a não ser como Membro de alguma instituição.

Eu entrei no TJRJ em 1998, num cargo de ensino médio (Auxiliar Judiciário, que posteriormente se tornou Técnico Judiciário) e tive muita sorte: em todos os lugares onde trabalhei encontrei pessoas maravilhosas. Tenho contato até hoje com elas (a maioria mulheres…cheguei a trabalhar num cartório que éramos eu e 7 mulheres. Brincávamos que estávamos na “casa das 7 mulheres”, posteriormente virou nome de novela. Todo dia havia ao menos uma de TPM…rsrsrs, e eu era o escravinho: – Marquinho, pega essa caixa ali pra mim? Marquinho, leva esse processo pesado no gabinete? … mas eu as servia de bom grado, pois era muito bem cuidado por elas…o meu imenso agradecimento à Vanda, Ana Maria e Verônica, escrivãs com quem trabalhei, e às amigas Vanessa, Telma, Edna, Lilian, Márcia, Gláucia, Alessandra, Mônicas, Sílvia, Beth, Lídia, Gisele, Pat, Marcelito, Zé, Anderson Claudino – que, apesar de não ter trabalhado com ele diretamente, tornou-se grande amigo até hoje…). O meu muito obrigado pela convivência…vamos nos encontrar em breve.

Ainda na faculdade iniciei meus estudos para o cargo de ensino superior (Técnico Judiciário Juramentado), pois o TJRJ era uma excelente casa, e eu estava muito satisfeito. Em agosto de 2000 eu me formei, e no início de 2001 vieram os concursos, e passei para TJJ (TTJ…kkk poucos entenderão!!!kkk). Logo no início de 2002 fui nomeado e permaneci na minha lotação, de onde saí somente alguns anos mais tarde.

Trabalhamos com juízes maravilhosos, e outros não tão legais – mas mesmo com essas a convivência era ótima! Até que assumiu a titularidade uma juíza louca: ela não veio falar com ninguém – não se apresentou aos servidores do cartório! Quando levávamos os processos com a carga do dia, a mãe dela (sim, a mãe da juíza ficava dentro do gabinete dela o dia inteiro…) nos atendia com a porta do gabinete entreaberta e falava: “pode deixar o carrinho aí!”, e batia a porta! Todos os dias ela chamava alguém no gabinete para dar broncas espetaculosas…enfim. Um constrangimento enorme.

Até o dia fatal – o único que ainda não havia tomado bronca era eu, mas meu dia também chegou: no meio da tarde o secretário de audiências adentra o cartório e diz: “Marquinho, dra. fulana quer falar com você!” – Ihhhh, chegou tua hora…. alguns colegas brincaram! Sim, essa hora iria chegar e eu tinha que ser forte!

Sala de audiências lotada, processo com uns 5 réus e eu era o servidor responsável por ele. A juíza (que não lia os processos – a sua secretária fazia resumos na capa dos autos) me fez uma sequência de perguntas, as quais respondi de plano (eu conheço meus processos). Até que em uma pergunta eu travei! “Não sei, Dra.!” Pronto! – Não saaaaabe????!!!!! Não saaaabe???!!! Chame a escrivã!!!

Bem, eu tenho uma técnica de que quando eu me vejo numa situação difícil, delicada, eu tento “sair do local” de modo que possa raciocinar com a frieza necessária. Dei uma certidão e apresentei à juíza: – Como não sabe???!!! Sabe siiiimmm!!!! Na hora eu falei: “só não entendi isso tudo pelo fato de eu não ter passado uma certidão, sendo que a peça faltante sequer é obrigatória…” Enfim… a partir dali se seguiu uma reunião entre a Louca e todos os servidores na qual eu disse a ela com todas as letras que não trabalhava com quem não me respeitava, e que ela me desrespeitou – comecei a procurar local diferente para trabalhar…imediatamente!!!

Dias depois protocolava meu pedido de remoção por permuta, mas o Corregedor suspendeu todos os procedimentos, e não pude sair. Com a pressão, o secretário de audiências adoeceu, e Verônica pediu para que eu o substituísse. Verônica é daquelas chefes que você não consegue dizer não, mesmo sabendo que o aborrecimento será enorme…e lá fui eu. Passei um mês exato como secretário de audiências, ficando ao lado da Louca de segunda a quinta, todas as semanas. Graças a Deus deu tudo certo, e minha remoção por permuta foi autorizada. A Louca me agradeceu e disse que tinha ido tudo muito bem no último mês e que as portas da “X” Vara estavam abertas para o meu retorno! Eu nada falei! Ela não merecia.

Saí dali pensando: eu nunca vou permitir que isso aconteça comigo! Mesmo sendo servidor de apoio, eu não posso me submeter a esse tipo de situação. Iniciei imediatamente meus estudos de maneira incessante para qualquer concurso (como eu já era Analista e ganhava mais que os AJAJ da área federal, não fazia mais prova para esse cargo. Logo depois passou um PL e eles começaram a ganhar 80 reais a menos que eu. Daí que eu decidi sair até para ganhar um pouquinho menos, pois com os aumentos escalonados em breve estaria em situação financeira melhor). Estava prevista uma sequencia maravilhosa: TRERJ, TRT, MPU, MPE e TRF! Em algum desses eu passaria, e sairia do TJRJ.

Ato contínuo saiu concurso para o TRE e, no ano seguinte, fui aprovado para AJAJ do TRE/RJ, onde entrei em agosto de 2007. No mês seguinte eu já estava matriculado no curso estudando para Membro de alguma instituição.

Moral da história: houve um acontecimento muito ruim que me fez mudar, que me fez estudar cada vez mais forte para sair dali, sair daquele lugar onde não mais me sentia bem em trabalhar. Tem gente que não atenta para isso e cai, dizendo ser vítima de assédio moral, tem síndrome do pânico, depressão…enfim, uma série de doenças da mente. Eu não me deixei sufocar pela Louca e transformei aquela situação difícil em força para mudar.

Esse é o verdadeiro espírito que você, que está insatisfeito com seu trabalho, deve tomar. Está insatisfeito com teu trabalho? Força para acordar amanhã antes das 6 da manhã e seguir rumo ao teu objetivo, que é mudar de vida! Não permita que ninguém destrua seus sonhos. E por mais difícil que seja seguir estudando para concursos, mais difícil será ficar, pelos próximos 20 anos, onde você está hoje. Essa é a pergunta que você deve se responder: eu me vejo aqui, no meu trabalho, daqui a 15, 20 anos? Se a resposta for negativa, o dia de começar a estudar forte é hoje…ou no máximo amanhã! Estude o máximo que puder pois você será muito bem recompensado!!!

Bjs, abs, vamos em frente e contem comigo!

Dominoni

 

E aí, pessoal! Como estão os estudos?

A primeira parte do bate papo de hoje é sobre os critérios de aprovação no concurso da DPU. Hoje vou falar sobre a prova objetiva. Em outra postagem trato de aspectos da prova discursiva que podem ter passado despercebido de vocÊs;

Uma dúvida de muitos leitores e de quase todos os concursandos: nas provas do CESPE/CEBRASPE em que uma assertiva errada elimina uma certa eu devo tentar o chute? Ou devo deixar em branco e não ser penalizado?

Mas antes disso, tratemos dos critérios de avaliação.

Nós teremos 50 assertivas de cada um dos 4 grupos no VI concurso, totalizando 200 assertivas, e um total de 100 pontos. Cada questão certa vale + 0,50, e cada errada vale – 0,50, sendo que se deixar em branco não pontua, nem positiva, nem negativamente.

Para ser considerado aprovado o candidato terá ue obter, em cada um dos 4 grupos, ao menos 7,5 pontos. Isso significa que dentro das 50 questões do grupo, você terá de ter 15 questões líquidas. Explico: pegue suas assertivas corretas e subtraia das assertivas erradas e o resultado tem que ser, no mínimo, 15 questões. 15 x 0,50= 7,50! Isso em cada um dos 4 grupos, de modo que a nota mínima para a aprovação no VI concurso será de 30 pontos líquidos, dentro de 100 pontos possíveis. Falando em questões, 14 questões por grupo e 60 questões no total! Entenderam? Eu sei que quando se fala em matemática com o pessoal do direito a galera fica tensa, mas esses serão os critérios de aprovação.

Penso que a nota de corte do VI concurso vai girar no mesmo patamar dos concursos anteriores: entre 43 e 48 pontos líquidos (de 100 possíveis), o que dá em torno de 86 a 96 questões líquidas (questões certas menos questões erradas). Trata-se de puro exercício de futurologia, gente, pois foi assim nos últimos concursos. O critério de 7,50 pontos por grupo é duríssimo, e elimina muita gente boa que não fez o dever de casa para passar em concursos: tem de ser um bom generalista! Não adianta ser expert em penal e processo penal, e não saber nada de humanísticas pois não vai chegar nos 7,5 no grupo IV. Então, dividam bem o estudo de vocês, colmatem as lacunas eventualmente existentes (ainda dá tempo, gente, acredite!!!), parta para o sacrifício pois vai passar quem estudar bem aquelas disciplinas que não gosta (estudar o que gosta é mole). Beleza?!

Em relação ao CHUTE nos certames em que uma assertiva errada elimina uma certa, já ouvi de tudo um pouco nesse tema. Hoje eu trago para vocês a minha experiência em concursos e vou trazer na próxima semana a opinião do André Albuquerque que é diametralmente oposta à minha, ok?

No meu concurso da DPU (o IV concurso) eu marquei todas as assertivas. Todas! E assim o fiz porque eu treinava muito. Fiz todas as provas possíveis e imagináveis do CESPE como testes. Nos fins de semana eu tirava 4 horas no sábado e 4 horas no domingo para resolver uma prova inteira de concursos anteriores organizados pelo CESPE. Ao final eu conferia e ia pro site do CESPE para ver a nota de corte daquele certame. Invariavelmente meu desempenho girava em torno de 75% a 85%, com pequenas variações (provas mais fáceis chegava a 90%, e provas mais difíceis cheguei a fazer 66%). Em todas as provas em que simulei nos aproximadamente 6 meses que antecederam ao meu certame eu teria tido a minha prova discursiva – fiz mais do que a nota de corte. Então eu tinha a convicção que, em tendo 75% de acertos, eliminando 25% de erros, eu teria o desempenho líquido de 50% (se vocês forem no edital do resultado do meu certame irão ver que obtive 48 pontos líquidos) – o que seria suficiente para ter minhas discursivas corrigidas. E foi o que efetivamente aconteceu!

É claro que na minha prova não houve aquelas questões das quais nunca tivesse ouvido falar. Assim, penso que se você não souber nada do assunto, você deve mesmo deixar a assertiva em branco (exemplifico, se o examinador fizer a seguinte assertiva, para você julgar se está certa ou errada: “o efeito prodrômico da sentença penal é o limite criado pela decisão condenatória quando não mais há possibilidade de recurso por parte da acusação”. Essa é daquelas questões que ou você conhece a nomenclatura e acerta, ou você não conhece e chute cegamente). Nesse caso – e somente nesse caso – a minha orientação seria para deixar em branco. No mais, se tem aquela “dúvida razoável” (tipo, eu não tenho certeza, mas acho que é isso! CHUTA COM FÉ!)

Nos concursos da AGU, normalmente, 2 erradas eliminam uma certa. Nesse caso não é para deixar nenhuma em branco mesmo – nem o chute às cegas deve ser evitado pois a probabilidade joga a nosso favor. Em 2009, no concurso da PGF, eu deixei aproximadamente 25 questões em branco, e fiquei por pouco mais de 4 pontos da nota de corte. Se eu tivesse chutado todas como CERTA, teria errado a metade e acertado a metade. Faria 12,5 pontos e perderia 6,25 = líquido de  6,25! E teria minha discursiva corrigida! Então, quando o critério for 2 por uma, chuta!

Na semana que vem trago a opinião criteriosa do André Albuquerque para ajudar na decisão de vocÊs.

 

Grande abraço, vamos em frente e contem comigo!

Dominoni

Fala aí, pessoal! Como estão os estudos? ACELERA!!!!!

Hoje quero tratar com vocês sobre o risco do conhecimento. Não lembro onde li sobre o assunto, mas se você buscar no google não irá achar muita coisa sobre o assunto não…é realmente pouco tratado.

Algumas pessoas, depois de aprovadas num cargo relevante, fazem uma maldade: dizem que leram vários livros de capa-a-capa, clássicos, estudavam 8, 10, 12 horas por dia, etc, o que causa naqueles que, como eu, liam poucos livros de capa-a-capa, tinham 3 horas por dia de estudos, uma sensação não muito agradável. Pensava eu: nunca vou chegar lá! Mas não é bem assim… eu cheguei e você também pode chegar!

Eu tenho participado de alguns grupos de WhatsApp e tenho visto o pessoal trocando muito material, livros em .pdf, cadernos, etc. Gente! Isso não ajuda muito na preparação.

A preparação para concursos, sob meu ponto de vista, deve ser feita em 3 etapas: Conhecimento, Prática e Repetição (Método CPR – e sobre isso teremos uma postagem específica). O que quero falar para vocês hoje é o seguinte: não caiam no risco do conhecimento.

Alguns alunos que acompanho terminam de estudar um determinado assunto pela obra indicada e vem me pedir para indicar outro livro para ler aquele mesmo assunto. Ao que eu falo: releia a obra indicada! E quando concluir, leia novamente! E depois, novamente! De maneira exaustiva – é o R, do método CPR. Não há necessidade de ler várias obras, livros inteiros em todas as disciplinas (por exemplo, no concurso da DPU – se você ler um livro de cada disciplina, terá que ler 23 livros! 23!!!! Não me parece razoável!). Fazer isso é cair no risco do conhecimento.

Risco do conhecimento é uma necessidade que as pessoas têm de buscar mais conhecimento mesmo antes de consolidar aqueles incialmente adquiridos (C, do método CPR). Mal o concursando aprendeu um assunto e quer logo buscar outra fonte, outro doutrinador, sem ter consolidado o conhecimento inicialmente adquirido. Isso pode militar contra o teu desempenho em provas e concursos.

Para passar não basta saber. Quantas vezes você se deparou com a seguinte situação: “eu já li isso em algum lugar, mas não lembro direito…”. É por que não repetiu o suficiente para que o conhecimento fique “na flor da pele”, como tem que estar na hora da prova!

Então, a dica é: faça mais do mesmo! Releia o que já leu (desculpem a tautologia). Sabe aquelas marcações com lumicolor/marca-texto? É para ler somente elas. Se não for assim, pra que você destacou? Foi somente perda de tempo e para o livro/apostila/caderno ficar colorido? Seria melhor não marcar nada se vai ler o conteúdo inteiro! Releia somente o que sublinhou/destacou! E leia novamente! E repita a operação ao final.

Para aqueles que estão com a prova marcada (pessoal da DPU) – não é hora de inventar! Nada de pegar livro novo e tentar começar a ler agora! Não incorram nesse erro (“risco”). Por mais tempo de estudos que você tenha, agora não! Abre-se somente uma exceção: as disciplinas ainda não vistas (e na DPU provavelmente tem alguma(s)).

E façam isso com todos os campos do estudo: legislação, jurisprudência e doutrina (eu repetia inclusive as assertivas corretas do CESPE – eu tinha um arquivo no word intitulado “alternativas corretas CESPE” – e relia sempre que possível, pois as questões se repetem de maneira assustadora!)

É por isso que falo: faça mais do mesmo! Refaça o que vem fazendo até agora. Acredite nas tuas anotações de aula, resumos, marcações…são elas que irão te levar para o cargo desejado!

 

Grande abraço, vamos em frente e contem comigo para o que precisar.

 

Dominoni

E aí, pessoal! O papo de hoje tem esse título aí mas também poderíamos chamar de NUNCA NOS ACHAMOS PREPARADOS PARA FAZER UMA PROVA, ou então… MANTENHA-SE INSCRITO. Bem…vamos ao que interessa.

Estava conversando dia desses com uma colega, a Maitê, e ela disse: “se eu estivesse estudando há mais tempo eu faria o concurso da DPU”. Daí que lembrei de um caso ocorrido em 2000.

Eu era Auxiliar Judiciário no TJRJ, tinha acabado de me formar, e estava estudando para concursos de Analista. Foi publicado o edital do MPRJ e a Promotora do Juízo me perguntou se eu faria o concurso do MP. Eu disse que não, pois não me sentia preparado à altura de ser aprovado naquele concurso. Daí ela me disse o seguinte:

– Marquinho, mantenha-se inscrito! Quando nos inscrevemos em um concurso, estudamos mais, com a “ameaça” da prova iminente. Em relação a se achar apto ao cargo, eu passei para Promotora de Justiça em MG e no MPRJ, e na Magistratura do RJ, achando que ainda não estava tão bem preparada para passar. Deixe que os examinadores digam se você está apto ou não. Se o examinador disser que você não está pronto, você volta no próximo concurso. Se eles disserem que você está preparado, excelente! A sua opinião é totalmente desimportante nesse processo. Vai prevalecer a opinião deles. Então, deixem que eles avaliem isso! Aliás, eles estão lá exatamente pra isso!

Depois desse dia eu sempre estava inscrito em algum concurso. Sempre! É claro que não podemos estudar para todos os concursos (mas isso vai ser objeto de outra postagem). Mas podemos, sim, fazer qualquer concurso.

E vou confessar uma coisa pra vocês: eu passei para Procurador Federal e Defensor Público Federal: aquele cargo eu escolhi (eu queria muito passar na AGU). O cargo de defensor me escolheu (eu nunca pensei em ser defensor). Só passei pois estava sempre inscrito em algum concurso. Se o certame para procurador houvesse saído antes, eu sequer teria feito minha inscrição para a DPU. E passei nesses dois cargos achando que ainda não era minha hora. Quando saiu o resultado da objetiva eu pensei: “das discursivas não passo”! Quando da preparação para as provas orais eu brincava com os colegas: “os examinadores vão descobrir que eu sou uma farsa”. rsrs. Enfim, sempre nos achamos muito longe do ponto da aprovação. Mas nossa opinião é absolutamente desimportante.

Moral da história: estudem e mantenham-se inscritos! E… Maitê: @estudagordinha! E inscreva-se!

Grande abraço, vamos em frente e contem comigo para o que precisar.

 

Dominoni

 

Fala pessoal, tudo certo? Como estão os estudos? Rendendo o que desejaria? Não? Fique tranquilo…as coisas são como têm que ser, e não como desejamos que elas sejam. A preparação para concursos nem sempre é retratada em um gráfico por uma linha reta ascendente! Corrijam os rumos e persistam!

O papo de hoje é sobre o foco nos concursos públicos. E sobre esse grande tema FOCO, podemos abordar vários subtemas: estudo para área federal x área estadual, estudar 1 disciplina por vez x várias disciplinas…enfim. Mas quero falar sobre FOCO NA SOLUÇÃO DO PROBLEMA.

Muitas vezes, diante de uma grande dificuldade (ou até uma dificuldadezinha) a gente dá mais atenção ao problema que à solução. E a minha mensagem de hoje é: FOQUE NA SOLUÇÃO do problema!

Vou ilustrar isso com um caso: concurso para o cargo de Operador de Microcomputador, do TJRJ, de 1995 – sim, nessa época eu já namorava com a Kátia (entendeu, entendeu…namorava…rsrs) e fazia concursos – e você nem nascido era…rsrsr o tempo passa rápido!

Eu já estudava para concursos do TJRJ e abriu o certame mencionado. Eu olhei o edital com um grande amigo e decidimos que faríamos a prova: Português, Matemática, CODJERJ, Estatuto e NOÇÕES DE MICROINFORMÁTICA. Das disciplinas, essa última era a desconhecida…o problema!

Como falei, o ano era 1995, eu era Agente Comercial na TELERJ e trabalhava com um terminal burro (o pessoal mais experiente lembrará: era um monitor de tubo, de fósforo verde. Gente: a tela era preta e as letras eram verdes. Nada de ambiente gráfico Windows, com área de trabalho agradável…pense!!!!). O processador do terminal que eu trabalhava ficava na zona sul do RJ, há mais de 50 km de distância. Eu não tinha computador em casa (fui ter meu 1º computador em 1998, já com 26 anos!!! É estranho para vocês que já nasceram com laptop, né?!rsrsr). Enfim: queria ser operador de microcomputador sem nunca ter estado diante de um computador! E o problema tinha nome: noções de microinformática.

Qual era a solução? Pegar as bibliografias indicadas no edital e ler! Simples!

Como trabalhava em tempo integral, sobrava os sábados e domingos para o estudo. Planejei com meu meu grande amigo Valdeni de irmos pelos próximos 4 sábados à Biblioteca Nacional, no Centro do RJ, para pegarmos os livros e ler! E assim fizemos.

No sábado seguinte, às 8:30, estávamos lá na BN (abria às 9). Anotamos a relação de livros do edital e a servidora pegou e trouxe – eram uns 4, 5 livros um pouco maiores que um Vade Mecum. Nesse momento o Valdeni, levantando-se falou?

– Meu Deus!!!! Vou pra casa!!!!

Eu também pensei…Meu Deus, mas eu falei pro Negão:

– Cara, sentaí, escolhe um livro só, e estuda! Não vamos conseguir ler sequer um, mas teremos uma noção da coisa…nem que seja para chutar!

O Valdeni é muito brincalhão e falou:

– Você está com gordura no cérebro!!! Vou pra casa!

Saiu e foi mesmo para casa…

Euzinho, obediente aos meus propósitos, fiquei, pelos 4 sábados que me restavam, lendo, fazendo algumas anotações, relendo aquele Manual Windows for word (e havia um número depois…acho que era esse o nome do tijolão). As coisas não faziam muito sentido, mas eu dizia: “Senhor, eu só preciso de 50% dessa disciplina!”

Pessoal, para não me alongar muito, veio o dia da prova. Eu tinha certeza que em matemática, português e legislação eu me sairia bem, pois já estudava há alguns meses aquelas disciplinas. E a prova de informática não estava totalmente em grego…eu lembrava de algumas figuras do tijolão… “nossa, acho que essa estava no livro”. Enfim! Saiu o resultado e nas disciplinas que eu estava bem errei muito poucas questões (1 em matemática, 1 em português, poucas em legislação) …e em informática… 50% de acertos! Sim! Exatamente o que eu precisava!

Em 1996 eu recebi a cartinha de convocação que vocês podem ver clicando nos links abaixo, e minha classificação nesse certame foi 63º! (sim eu guardo essas coisas velhas…são a minha história de vida e dizem tudo de quem eu sou! rsrsrs).

E qual a moral dessa história? Foco na solução x foco no problema. Eu e Valdeni tínhamos um grande problema – noções de microinformática! Qual era a solução? Estudar a bibliografia indicada no edital. Eu fui lá e, com foco na solução, cumpri a minha etapa! Ele, com foco no problema, desistiu do certame!

Pessoal, esse era o papo que eu queria levar com vocês hoje.

Se essa postagem te disse alguma coisa…se te trouxe alguma mensagem positiva, deixe a sua curtida! Marque os seus amigos que estão estudando para concursos.

E se você quiser que eu fale sobre algum tema específico de concursos e preparação, coloque sua dúvida aí nos comentários!

Grande abraço, vamos em frente e contem comigo!

Dominoni

Foto convocação Operador Micro 1 Foto convocação Operador Micro 2

 

Olá, queridos! O papo de hoje não é sobre conteúdo, mas sobre postura!

Eu estudei muito tempo para concursos públicos. Muito tempo mesmo…

Fui Telefonista de 102 da antiga TELERJ, depois Agente Comercial na mesma empresa. Passei pelo TJRJ como Auxiliar Judiciário (que depois passou a se chamar Técnico Judiciário) e Técnico Judiciário Juramentado (posteriormente, Analista Judiciário), AJAJ do TRERJ, Procurador Federal (AGU) e, por fim, Defensor Público Federal. Sempre através de concurso público!

Foram muitos anos dedicados ao estudo para concursos públicos, sempre com a máxima de “NÃO SE ESTUDA PARA PASSAR, MAS SE ESTUDA ATÉ PASSAR”. Não é bem assim.

A impressão que tenho, olhando agora daqui “de fora”, é que a postura do concursando faz toda a diferença. Toda!

Lembro que em dezembro de 2009, depois de longos 2 anos fazendo cursos aos sábados, eu falei com minha esposa:

– Vou passar no próximo concurso!!!! Ou vou passar ou vou parar de estudar para concursos! Nós vamos sair de férias agora (19.12.2010 – início do recesso de fim de ano no TRERJ). O 1º concurso que abrir eu vou passar! Se não passar, chega!

Fomos para a viagem e no dia 04.01.2010 saiu o edital da DPU (podem olhar no site do CESPE). Nossa viagem duraria até dia 06.01 (término do recesso). Após o café da manhã do dia 04.01.2010 comuniquei à minha esposa que estávamos indo para casa pois o edital do MEU CONCURSO tinha sido publicado.

Passado o período de algumas horas de “bico” – típico da insatisfação feminina (desculpem meninas, mas reconheçamos…srsrsrs), estávamos chegando em casa. Naquele mesmo momento eu abri meu “netbook” (um notebook bem pequeno que havia antigamente) e montei meu planejamento até o dia da prova objetiva.

Várias eram as disciplinas que nunca havia visto anteriormente – mas o meu propósito havia sido estabelecido! Era no 1º concurso que abrisse que eu passaria, não era? Então, seria no IV concurso da DPU. Nunca quis ser Defensor…mas passaria naquele.

Ato contínuo, chamei minha esposa e falei: tome os cartões e senhas (corajoso…). Até a prova objetiva dia “tal” não faço nada em casa! Só estudo e trabalho no TRE. E minha parceira e musa inspiradora (obrigado, Kátia, por tudo!): manda ver que eu seguro o resto!

E assim foi a minha jornada! No final de janeiro daquele mesmo ano, abriu o concurso da AGU e eu acabei passando também…estava inspirado pelo propósito – se fizesse prova para a NASA naquele ano passaria.

Mas sabe porque estou falando tudo isso com vocês? Para dizer que, sim, devemos fazer concurso até passar, mas se você não estabelecer uma postura TUDO OU NADA, investindo todas as tuas forças para passar “no próximo concurso”…sabe aquela história de “tô estudando pra esse mas quero mesmo passar no próximo”? Acabamos por ficar mais tempo do que o estritamente necessário para passar no concurso desejado.

Dia desses minha esposa comprou um livro “Tudo ou Nada”, de Roberto Shinyashiki, e eu peguei para dar uma folheada. Esse livro fala exatamente da minha postura naquele janeiro de 2010. Indico a leitura do livro (é fininho e rápido de ler nas horas vagas de descontração).

Adote a postura TUDO OU NADA PARA CONCURSOS PÚBLICOS. ESTUDE PARA PASSAR, e até passar! Coloque a “faca na caveira” e mande ver que você vai passar no próximo.

Se essa postagem te ajudou de alguma maneira, curta, compartilhe e marque os amigos que estão nessa guerra!!!!

Grande abraço, vamos em frente e contem comigo para o que precisar.

 

Dominoni

www.marcodominoni.com.br

IG: dominoni.marco

Face: marcodominoni

 

 

Olá, queridos! Como estão os estudos? Espero que estejam aproveitando – principalmente a galera que está estudando para a DPU: edital chegando!!!

Bem, vocês podem estar achando estranho o título da postagem, mas é isso mesmo!

Muitos coachees vêm me perguntar: Dominoni, como faço para estudar com sono? Eu sempre brinco: estuda em pé! O pessoal ri, acha que eu estou doido, e segue em frente! Mas é verdade. Se dormir vai cair! E se cair, levanta e volta a estudar…kkk

Eu sempre estudei, a partir de determinada hora, com muito sono. Instintivamente, eu me postava de pé por algum tempo. Isso me dava mais uma “sobrevida” e eu estudava mais alguns minutos…ou horas.

Eu fazia isso ainda quando menino, quando estudava no Colégio Naval – chegava uma determinada hora em que eu já estava cansado e precisava estudar mais um pouco. Colocava o livro sobre a mesa e ficava de pé!

Durante a preparação para os concursos da AGU e da DPU da mesma forma.

E um dia desses me deparei com o seguinte vídeo no youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=0XOtTscSZRA

Daí eu me interessei e pesquisei rapidamente na internet que, segundo o British Journal of sports medicine, trabalhar duas horas por dia no máximo de pé é muito bom para a produtividade.

E mais… para Sean Coughlan, da BBC News, trabalhar em pé ajuda a perder peso.

Ou seja, se na próxima vez que você estiver estudando bater aquele sono, Estude de Pé!!!!rsrsr

 

Vamos em frene e contem comigo para o que precisar!

consulplan-trf2

Olá queridos leitores!

Seguindo com nossas dicas para as provas de AJAJ e AJOJAF, do TRF 2, as provas de português da CONSULPLAN contam com, na maioria das vezes, mais de 1 texto (quase sempre 2, e pouquíssimas vezes 3).

As questões variam de prova para prova: às vezes temos provas com somente questões de interpretação de texto, outras eles exigem gramática, sempre voltada para o texto, e com conteúdos que não são muito comuns em outras organizadoras, como análise sintática.

Nos próximos dias vou postar aqui as técnicas que vão te levar a elaborar um estudo de caso/dissertação matadora, e que fizeram com que eu conseguisse a nota 9,82 no meu concurso do TRE-RJ! Aguardem!!!!

Vamos em frente e contem comigo!

Marco Dominoni

consulplan-trf2

Olá, queridos leitores!

Como estão os estudos? Espero que estejam estudando o máximo possível. Principalmente aqueles que trabalham e estudam têm de mudar o foco de número de horas de estudos por dia para percentual de tempo disponível de estudos por dia – explico: se tens 3 horas por dia para estudar, você, trabalhador concursando, deve tentar estudar o mais próximo dessas 3 horas disponíveis. Não adianta nada achar que tem de estudar 10 horas por dia para passar nesse ou naquele concurso pois você não dispõe desse tempo todo. Se fosse assim, eu não teria passado em concurso nenhum pois trabalho desde sempre…

Como vocês já sabem, foi publicado o edital para concurso de ingresso nos quadros funcionais do TRF da 2ª Região.

A partir de hoje vou publicar algumas dicas para a preparação e de leitura para esse concurso, especialmente para os cargos de Analista Judiciário da Área Judiciária (AJAJ) e AJOJAF (Oficial de Justiça Avaliador Federal).

As provas desses dois cargos serão em horários distintos, de modo que vocês podem avaliar se vale a pena fazer a inscrição para os dois, devendo levar em consideração que se as provas tiverem de ser realizadas em locais distintos, a depender da distância, vai ficar apertado, pois AJAJ termina 12:30, e AJOJAF começa às 14 horas, e normalmente precisamos utilizar todo o tempo.

Eu fui AJAJ do TJRJ e do TRE-RJ e posso afirmar para vocês que são cargos em que você poderá dar uma vida digna para sua família (se desejar fazer carreira nos tribunais), ou prosseguir nos teus estudos para outros cargos, sendo viável, com um pouco mais de esforço, a conciliação família-trabalho-estudos-vida social. Mas sobre essa conciliação falaremos em outro dia.

Bem, a organizadora do certame é a Consulplan, que ainda não nos é muito familiar, motivo pelo qual tive de avaliar as provas de diversos concursos.

Conhecer os critérios e metodologias da banca responsável pela organização do certame é o melhor atalho para a aprovação.

As provas de direito da Consulplan priorizam o texto legal, sendo raras as questões que demandam um conhecimento da jurisprudência dos tribunais superiores, bem como que exijam conhecimentos doutrinários.

Essas eram as ideias que gostaria de trocar com vocês hoje.

Fiquem de olhos atentos que nos próximos dias trarei mais dicas.

Vamos em frente e contem comigo!!!

Marco Dominoni