Fala pessoal, tudo certo? Como estão os estudos? Rendendo o que desejaria? Não? Fique tranquilo…as coisas são como têm que ser, e não como desejamos que elas sejam. A preparação para concursos nem sempre é retratada em um gráfico por uma linha reta ascendente! Corrijam os rumos e persistam!

O papo de hoje é sobre o foco nos concursos públicos. E sobre esse grande tema FOCO, podemos abordar vários subtemas: estudo para área federal x área estadual, estudar 1 disciplina por vez x várias disciplinas…enfim. Mas quero falar sobre FOCO NA SOLUÇÃO DO PROBLEMA.

Muitas vezes, diante de uma grande dificuldade (ou até uma dificuldadezinha) a gente dá mais atenção ao problema que à solução. E a minha mensagem de hoje é: FOQUE NA SOLUÇÃO do problema!

Vou ilustrar isso com um caso: concurso para o cargo de Operador de Microcomputador, do TJRJ, de 1995 – sim, nessa época eu já namorava com a Kátia (entendeu, entendeu…namorava…rsrs) e fazia concursos – e você nem nascido era…rsrsr o tempo passa rápido!

Eu já estudava para concursos do TJRJ e abriu o certame mencionado. Eu olhei o edital com um grande amigo e decidimos que faríamos a prova: Português, Matemática, CODJERJ, Estatuto e NOÇÕES DE MICROINFORMÁTICA. Das disciplinas, essa última era a desconhecida…o problema!

Como falei, o ano era 1995, eu era Agente Comercial na TELERJ e trabalhava com um terminal burro (o pessoal mais experiente lembrará: era um monitor de tubo, de fósforo verde. Gente: a tela era preta e as letras eram verdes. Nada de ambiente gráfico Windows, com área de trabalho agradável…pense!!!!). O processador do terminal que eu trabalhava ficava na zona sul do RJ, há mais de 50 km de distância. Eu não tinha computador em casa (fui ter meu 1º computador em 1998, já com 26 anos!!! É estranho para vocês que já nasceram com laptop, né?!rsrsr). Enfim: queria ser operador de microcomputador sem nunca ter estado diante de um computador! E o problema tinha nome: noções de microinformática.

Qual era a solução? Pegar as bibliografias indicadas no edital e ler! Simples!

Como trabalhava em tempo integral, sobrava os sábados e domingos para o estudo. Planejei com meu meu grande amigo Valdeni de irmos pelos próximos 4 sábados à Biblioteca Nacional, no Centro do RJ, para pegarmos os livros e ler! E assim fizemos.

No sábado seguinte, às 8:30, estávamos lá na BN (abria às 9). Anotamos a relação de livros do edital e a servidora pegou e trouxe – eram uns 4, 5 livros um pouco maiores que um Vade Mecum. Nesse momento o Valdeni, levantando-se falou?

– Meu Deus!!!! Vou pra casa!!!!

Eu também pensei…Meu Deus, mas eu falei pro Negão:

– Cara, sentaí, escolhe um livro só, e estuda! Não vamos conseguir ler sequer um, mas teremos uma noção da coisa…nem que seja para chutar!

O Valdeni é muito brincalhão e falou:

– Você está com gordura no cérebro!!! Vou pra casa!

Saiu e foi mesmo para casa…

Euzinho, obediente aos meus propósitos, fiquei, pelos 4 sábados que me restavam, lendo, fazendo algumas anotações, relendo aquele Manual Windows for word (e havia um número depois…acho que era esse o nome do tijolão). As coisas não faziam muito sentido, mas eu dizia: “Senhor, eu só preciso de 50% dessa disciplina!”

Pessoal, para não me alongar muito, veio o dia da prova. Eu tinha certeza que em matemática, português e legislação eu me sairia bem, pois já estudava há alguns meses aquelas disciplinas. E a prova de informática não estava totalmente em grego…eu lembrava de algumas figuras do tijolão… “nossa, acho que essa estava no livro”. Enfim! Saiu o resultado e nas disciplinas que eu estava bem errei muito poucas questões (1 em matemática, 1 em português, poucas em legislação) …e em informática… 50% de acertos! Sim! Exatamente o que eu precisava!

Em 1996 eu recebi a cartinha de convocação que vocês podem ver clicando nos links abaixo, e minha classificação nesse certame foi 63º! (sim eu guardo essas coisas velhas…são a minha história de vida e dizem tudo de quem eu sou! rsrsrs).

E qual a moral dessa história? Foco na solução x foco no problema. Eu e Valdeni tínhamos um grande problema – noções de microinformática! Qual era a solução? Estudar a bibliografia indicada no edital. Eu fui lá e, com foco na solução, cumpri a minha etapa! Ele, com foco no problema, desistiu do certame!

Pessoal, esse era o papo que eu queria levar com vocês hoje.

Se essa postagem te disse alguma coisa…se te trouxe alguma mensagem positiva, deixe a sua curtida! Marque os seus amigos que estão estudando para concursos.

E se você quiser que eu fale sobre algum tema específico de concursos e preparação, coloque sua dúvida aí nos comentários!

Grande abraço, vamos em frente e contem comigo!

Dominoni

Foto convocação Operador Micro 1 Foto convocação Operador Micro 2

 

Olá, queridos! O papo de hoje não é sobre conteúdo, mas sobre postura!

Eu estudei muito tempo para concursos públicos. Muito tempo mesmo…

Fui Telefonista de 102 da antiga TELERJ, depois Agente Comercial na mesma empresa. Passei pelo TJRJ como Auxiliar Judiciário (que depois passou a se chamar Técnico Judiciário) e Técnico Judiciário Juramentado (posteriormente, Analista Judiciário), AJAJ do TRERJ, Procurador Federal (AGU) e, por fim, Defensor Público Federal. Sempre através de concurso público!

Foram muitos anos dedicados ao estudo para concursos públicos, sempre com a máxima de “NÃO SE ESTUDA PARA PASSAR, MAS SE ESTUDA ATÉ PASSAR”. Não é bem assim.

A impressão que tenho, olhando agora daqui “de fora”, é que a postura do concursando faz toda a diferença. Toda!

Lembro que em dezembro de 2009, depois de longos 2 anos fazendo cursos aos sábados, eu falei com minha esposa:

– Vou passar no próximo concurso!!!! Ou vou passar ou vou parar de estudar para concursos! Nós vamos sair de férias agora (19.12.2010 – início do recesso de fim de ano no TRERJ). O 1º concurso que abrir eu vou passar! Se não passar, chega!

Fomos para a viagem e no dia 04.01.2010 saiu o edital da DPU (podem olhar no site do CESPE). Nossa viagem duraria até dia 06.01 (término do recesso). Após o café da manhã do dia 04.01.2010 comuniquei à minha esposa que estávamos indo para casa pois o edital do MEU CONCURSO tinha sido publicado.

Passado o período de algumas horas de “bico” – típico da insatisfação feminina (desculpem meninas, mas reconheçamos…srsrsrs), estávamos chegando em casa. Naquele mesmo momento eu abri meu “netbook” (um notebook bem pequeno que havia antigamente) e montei meu planejamento até o dia da prova objetiva.

Várias eram as disciplinas que nunca havia visto anteriormente – mas o meu propósito havia sido estabelecido! Era no 1º concurso que abrisse que eu passaria, não era? Então, seria no IV concurso da DPU. Nunca quis ser Defensor…mas passaria naquele.

Ato contínuo, chamei minha esposa e falei: tome os cartões e senhas (corajoso…). Até a prova objetiva dia “tal” não faço nada em casa! Só estudo e trabalho no TRE. E minha parceira e musa inspiradora (obrigado, Kátia, por tudo!): manda ver que eu seguro o resto!

E assim foi a minha jornada! No final de janeiro daquele mesmo ano, abriu o concurso da AGU e eu acabei passando também…estava inspirado pelo propósito – se fizesse prova para a NASA naquele ano passaria.

Mas sabe porque estou falando tudo isso com vocês? Para dizer que, sim, devemos fazer concurso até passar, mas se você não estabelecer uma postura TUDO OU NADA, investindo todas as tuas forças para passar “no próximo concurso”…sabe aquela história de “tô estudando pra esse mas quero mesmo passar no próximo”? Acabamos por ficar mais tempo do que o estritamente necessário para passar no concurso desejado.

Dia desses minha esposa comprou um livro “Tudo ou Nada”, de Roberto Shinyashiki, e eu peguei para dar uma folheada. Esse livro fala exatamente da minha postura naquele janeiro de 2010. Indico a leitura do livro (é fininho e rápido de ler nas horas vagas de descontração).

Adote a postura TUDO OU NADA PARA CONCURSOS PÚBLICOS. ESTUDE PARA PASSAR, e até passar! Coloque a “faca na caveira” e mande ver que você vai passar no próximo.

Se essa postagem te ajudou de alguma maneira, curta, compartilhe e marque os amigos que estão nessa guerra!!!!

Grande abraço, vamos em frente e contem comigo para o que precisar.

 

Dominoni

www.marcodominoni.com.br

IG: dominoni.marco

Face: marcodominoni

 

 

Olá, queridos! Como estão os estudos? Espero que estejam aproveitando – principalmente a galera que está estudando para a DPU: edital chegando!!!

Bem, vocês podem estar achando estranho o título da postagem, mas é isso mesmo!

Muitos coachees vêm me perguntar: Dominoni, como faço para estudar com sono? Eu sempre brinco: estuda em pé! O pessoal ri, acha que eu estou doido, e segue em frente! Mas é verdade. Se dormir vai cair! E se cair, levanta e volta a estudar…kkk

Eu sempre estudei, a partir de determinada hora, com muito sono. Instintivamente, eu me postava de pé por algum tempo. Isso me dava mais uma “sobrevida” e eu estudava mais alguns minutos…ou horas.

Eu fazia isso ainda quando menino, quando estudava no Colégio Naval – chegava uma determinada hora em que eu já estava cansado e precisava estudar mais um pouco. Colocava o livro sobre a mesa e ficava de pé!

Durante a preparação para os concursos da AGU e da DPU da mesma forma.

E um dia desses me deparei com o seguinte vídeo no youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=0XOtTscSZRA

Daí eu me interessei e pesquisei rapidamente na internet que, segundo o British Journal of sports medicine, trabalhar duas horas por dia no máximo de pé é muito bom para a produtividade.

E mais… para Sean Coughlan, da BBC News, trabalhar em pé ajuda a perder peso.

Ou seja, se na próxima vez que você estiver estudando bater aquele sono, Estude de Pé!!!!rsrsr

 

Vamos em frene e contem comigo para o que precisar!

consulplan-trf2

Olá queridos leitores!

Seguindo com nossas dicas para as provas de AJAJ e AJOJAF, do TRF 2, as provas de português da CONSULPLAN contam com, na maioria das vezes, mais de 1 texto (quase sempre 2, e pouquíssimas vezes 3).

As questões variam de prova para prova: às vezes temos provas com somente questões de interpretação de texto, outras eles exigem gramática, sempre voltada para o texto, e com conteúdos que não são muito comuns em outras organizadoras, como análise sintática.

Nos próximos dias vou postar aqui as técnicas que vão te levar a elaborar um estudo de caso/dissertação matadora, e que fizeram com que eu conseguisse a nota 9,82 no meu concurso do TRE-RJ! Aguardem!!!!

Vamos em frente e contem comigo!

Marco Dominoni

consulplan-trf2

Olá, queridos leitores!

Como estão os estudos? Espero que estejam estudando o máximo possível. Principalmente aqueles que trabalham e estudam têm de mudar o foco de número de horas de estudos por dia para percentual de tempo disponível de estudos por dia – explico: se tens 3 horas por dia para estudar, você, trabalhador concursando, deve tentar estudar o mais próximo dessas 3 horas disponíveis. Não adianta nada achar que tem de estudar 10 horas por dia para passar nesse ou naquele concurso pois você não dispõe desse tempo todo. Se fosse assim, eu não teria passado em concurso nenhum pois trabalho desde sempre…

Como vocês já sabem, foi publicado o edital para concurso de ingresso nos quadros funcionais do TRF da 2ª Região.

A partir de hoje vou publicar algumas dicas para a preparação e de leitura para esse concurso, especialmente para os cargos de Analista Judiciário da Área Judiciária (AJAJ) e AJOJAF (Oficial de Justiça Avaliador Federal).

As provas desses dois cargos serão em horários distintos, de modo que vocês podem avaliar se vale a pena fazer a inscrição para os dois, devendo levar em consideração que se as provas tiverem de ser realizadas em locais distintos, a depender da distância, vai ficar apertado, pois AJAJ termina 12:30, e AJOJAF começa às 14 horas, e normalmente precisamos utilizar todo o tempo.

Eu fui AJAJ do TJRJ e do TRE-RJ e posso afirmar para vocês que são cargos em que você poderá dar uma vida digna para sua família (se desejar fazer carreira nos tribunais), ou prosseguir nos teus estudos para outros cargos, sendo viável, com um pouco mais de esforço, a conciliação família-trabalho-estudos-vida social. Mas sobre essa conciliação falaremos em outro dia.

Bem, a organizadora do certame é a Consulplan, que ainda não nos é muito familiar, motivo pelo qual tive de avaliar as provas de diversos concursos.

Conhecer os critérios e metodologias da banca responsável pela organização do certame é o melhor atalho para a aprovação.

As provas de direito da Consulplan priorizam o texto legal, sendo raras as questões que demandam um conhecimento da jurisprudência dos tribunais superiores, bem como que exijam conhecimentos doutrinários.

Essas eram as ideias que gostaria de trocar com vocês hoje.

Fiquem de olhos atentos que nos próximos dias trarei mais dicas.

Vamos em frente e contem comigo!!!

Marco Dominoni